SEJAM BEM VINDOS !!!!!!!!
FOFOCA DAS CELEBRIDADES DO MUNDO DA TELEVISÃO, TEATRO,CINEMA, MÚSICA...
Segunda-feira, Novembro 23, 2009
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ENTREVISTA EXTRA ONLINE
FERNANDA MACHADO NA INTIMIDADE
fonte/extra
Fernanda Machado, a Laís de “Caras & bocas”, revela que
adora fazer uma faxina. A atriz diz ainda que “felicidade engorda”
e entrega o que a tira do sério. Leia nas “Perguntas fora do comum”.
— Você já fez um ensaio sensual assinado por seu namorado
(o fotógrafo Marcelo Faustini). E você, já o clicou assim?
— Ah, não (risos). Eu nunca o fotografei em poses sensuais.
Mas é uma boa ideia, viu?! Vou sugerir para ele.
— Você tinha algum apelido de que não gostava na infância?
— Lembra que uma novela tinha uma personagem chamada
Machadão (“Cambalacho”, de 1986)? Me chamavam de Machadão
por causa do meu sobrenome.
— Qual foi a última vez em que você pegou numa vassoura?
— Ih, hoje mesmo! Estou de folga e aproveitei para ajudar na
faxina. Adoro cuidar da casa. Peguei na vassoura, no rodo,
na buchinha...
— V ocê será uma velhinha com rugas ou botocada?
— Cheia de ruguinhas. Acho fofo. E o ator tem que mostrar
suas rugas, faz parte da nossa história.
— Muita mulher entra em crise quando tem que cortar o
cabelo. E você?
— Eu adoro. Durante oito anos, tive um chanel curtinho.
Fiz dança moderna e muitas bailarinas tinham o cabelo raspado.
Quando um personagem pedir, fico careca numa boa.
— O que a tira do sério: uma liquidação ou um doce?
— Ai, um doce. Sou muito formiga. Um docinho me tira do
sério. Liquidação, não. Não compro o que não estou
precisando só porque está mais barato.
— Em que situações você deseja sumir?
— Quando falo uma coisa numa entrevista e sai outra, quando
vejo violência e quando perco um trabalho incrível.
— Na época de “Paraíso tropical”, você disse que o sofrimento
na TV a fez perder peso na vida real. E agora, que Laís ri à toa?
— Dizem que a felicidade engorda. E é a mais pura verdade (risos).
Na época de “Paraíso”, cheguei aos 55 quilos. Hoje, estou com 58.
postado por: 04:07
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ENTREVISTA PROGRAMA FANTÁSTICO
ALINNE MORAES
fonte/globo
"Chorei muito'', diz Alinne Moraes sobre drama de Luciana
Patricia Poeta conversou com a atriz sobre o personagem
que está roubando a cena na novela 'Viver a vida'.
E Alinne Moraes confessa: nunca viveu um papel tão difícil
na TV. Patricia Poeta conversou com ela na última sexta-feira,
entre uma e outra gravação de ‘Viver a vida’.
Um show de interpretação, com ironia, tristeza, raiva e
desesperança.
Quando foi convidada pelo diretor Jayme Monjardim para viver
a Luciana, Alinne Moraes sentiu a primeira das muitas emoções
necessárias para a personagem ser tão real.
Quando você recebeu esse convite, bateu insegurança?
Alinne Moraes, atriz - Olha, eu comecei a chorar muito.
Quando o Jaime [Monjardim] começou a me contar a história, e
le falou assim: "Ela é uma modelo que está começando, indo lá
para fora, quer o sucesso". Quando ele começou a contar sobre
o acidente, por segundos, eu me imaginei ali, porque era mais
ou menos a minha vida, eu fui modelo.
É verdade que você já foi motivo de gozação dos colegas
na escola?
Muito, é normal na adolescência. Quando eu tinha 8 ou 9 anos
eu era a mais alta da turma, então sempre sentei no fundo, com a
galera da pesada, os repetentes. Então, era motivo de gozação.
Como eu era a mais alta, eu era chamada de ‘vassoura’.
Ou então de ‘bocão Royal’ e ‘beiçola’.
Quando você começou a desconfiar que essa turma estava
errada?
Na família, a gente se sente bem com pessoas em casa que
gostam de você e dizem o que sentem de verdade. Eu sempre
dei ouvidos a esses elogios: ‘ela é bonita’ ou ‘ela é fotogênica’.
Para fazer esse papel, você conviveu um pouco com pessoas
deficientes. Como foi essa experiência?
Eu me apoiei muito na jornalista Flávia Cintra, que sofreu um
acidente há 18 anos. A personagem está tetraplégica, como
a Flávia. Então, eu quis ficar muito próxima da Flávia para
poder entender como são esses movimentos.
Além de conhecê-la, o que mais vocês fez para se preparar
para esse papel?
Eu acho que você tem que construir a linha de vida da personagem,
fazer tipo um diário de como ela era com 3, 10, 15 anos. Do que
ela gosta e do que não gosta. Eu faço todo esse trabalho, desde as
coisas mais bobas, como o signo dela, até o sentimento em relação
aos outros personagens. E fiz expressão corporal mesmo, fiquei na
cadeira com ela muito tempo. Fui para a casa da Flávia, tive
questões, pesquisei.
Vamos falar então um pouquinho do primeiro trabalho, que foi
em "Coração de estudante", em 2002. O que você lembra em
especial dessa estreia?
Para mim, era mais um trabalho. Como modelo, até, eu posso
dizer. Eu não sabia a responsabilidade desse trabalho. Então,
foi muito na brincadeira. Eu tinha 17 anos e me divertia muito.
Depois, em "Mulheres apaixonadas", em 2003, você viveu o
papel de uma homossexual. Foi a sua primeira novela das oito.
Uma responsabilidade e tanto, não?
Foi aí que eu entendi a responsabilidade do trabalho. Eu acho
que fui aprendendo a conduzir cena, ser mais inteligente em cena,
como me emocionar, como ler o texto.
Anos depois você fez "Duas caras", um dos papéis de maior
destaque da TV, que foi a vilã Sílvia.
Desde o início eu sabia que eu queria uma vilã, que eu podia
levá-la para essa vilania toda. Então eu já trazia o ciúme,
a inveja, é o tom que você dá. Aí cabe ao autor e ver se ele vai
comprar ou não. E nesse caso, ele comprou.
Você é perfeccionista?
Muito.
Você se critica muito?
Muito, muito, muito. Existem cenas em que eu digo:
acertei entre 50% e 70% dessa cena. Mas comecei errado.
Depois, lá no meio da cena, eu peguei e fui bem.
"Ela é uma atriz que, quando diz 'eu te amo', as pessoas
acreditam. Quando ela chora, as pessoas acreditam. Quando
você vê as cenas em que ela aparece doente, com o problema
motor, acredita naquilo. As mãos, o movimento da cabeça,
o corpo. Ela está perfeita", elogia o autor da novela, Manoel Carlos.
Qual você acha que vai ser o grande desafio de fazer a Luciana
daqui para frente?
Eu acho que vai ser passar a verdade para o público, para as
pessoas que também estão nessa situação.
postado por: 03:41
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Sábado, Novembro 21, 2009
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REPORTAGEM EXTRA ONLINE
ADRIANE GALISTEU
fonte/terra
Galisteu fala sobre Ayrton, Justus e manda recado para Sabrina
Adriane Galisteu sabe, como poucas, falar frases de impacto sobre
histórias de sua vida. E é isso o que vai acontecer hoje, no programa
“Márcia”. A apresentadora deu uma entrevista que vai ao ar hoje em
que fala de tudo um pouco e não se priva de nenhum assunto
polêmico. Ela manda, inclusive, um recado para Sabrina Sato, que
está namorando o deputado Fábio Faria, ex de Galisteu, que pagou
viagens da amada com dinheiro público. Leia as declarações abaixo.
Recado para a amiga Sabrina Sato
"Sabrina, quando você ganhar um presente do Fábio peça nota
fiscal ou pergunte a ele de onde vem o dinheiro”
Sobre o casamento com o empresário e apresentador
Roberto Justus
“Eu errei. A iniciativa de casar partiu dele no segundo mês
de namoro. Me encantei porque ele é delicado, um gentleman,
não foi direto ao assunto, era um profissional bem sucedido,
não precisava aparecer, mas de repente eu percebi que ele
queria aparecer, ser apresentador”
Sobre Ayrton Senna
“Eu lembro do pé dele, do cheiro dele...Pra ele eu disse tudo.
Toda a minha verdade, fui 100% honesta, e olha que eu era bem
menina. Logo quando eu o conheci, fiz questão de levá-lo até a
minha casa para conhecer minha mãe, meu irmão, o lugar onde
eu morava e como eu vivia. No dia da corrida que o matou, eu
liguei pra ele e disse, não corre. Ele tinha três sonhos encerrar
a carreira na Ferrari e bater todos os recordes, conhecer a Disney
e ter um filho. Eu gostaria que a família dele reconhecesse a filha
de Marcela Prado como filha dele. Assim realizariam um sonho dele"
Sobre Viviane Senna
“Se meu telefone tocar e for você me chamando para tomar um
café eu paro o que estiver fazendo e vou te encontrar”.
postado por: 15:40
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ENTREVISTA QUEM ACONTECE
JOÃO GABRIEL VASCONCELLOS
"Tive muita química com o Rafael Cardoso"
fonte/quem
CONHEÇA O ATOR QUE VIVE UMA HISTÓRIA DE INCESTO
HOMOSSEXUAL NO CINEMA
Por Flávia Faccini
João Gabriel Vasconcellos é um ator corajoso. Aos 22 anos,
ele estréia no cinema em uma história que promete provocar
muita polêmica. Em “Do Começo ao Fim”, de Aluísio Abranches,
João interpreta Francisco, um jovem que se apaixona pelo meio-irmão,
Thomas, com quem passa a viver como um casal.
A repercussão, no entanto, não parece assustar o carioca da Barra,
fã de ioga e de surfe que trabalhou como modelo e foi campeão de
natação antes de mergulhar de vez na profissão. “Não sei se eu tenho
um olhar ingênuo, mas quis tanto fazer que não tive o menor
preconceito”, afirmou.
Em entrevista exclusiva para QUEM, João falou sobre nudez, a relação
com seu par romântico no longa, Rafael Cardoso, com quem ele diz
ter “muita química em cena”, preconceito e o namoro de dois anos
com a atriz Tammy di Calafiori.
Confira abaixo os melhores trechos da entrevista:
QUEM: Como surgiu o convite para atuar em
“Do Começo ao Fim”?
João Gabriel Vaconcellos: Estava estudando na Casa de Artes
Laranjeiras quando o diretor me conheceu e fez o convite. Ele
me contou da trama, e eu não encarei como uma história de
incesto homossexual. Sempre vi como uma história de amor muito pura.
QUEM: Não teve medo de estrear no cinema em um papel
tão polêmico?
J.G.V: Não sei se eu tenho um olhar ingênuo, mas quis tanto fazer que
ão tive o menor preconceito. O roteiro é muito bem amarrado, bem
desenhado e nada é gratuito. Acompanhei a escolha do Rafael Cardoso,
ator que interpreta o meu irmão no filme e que eu já conhecia do meio
teatral.
QUEM:Você e o Rafael fazem cenas de beijo e de bastante proximidade
física. Em alguma delas se sentiu constrangido?
J.G.V: A gente se conhecia por alto, mas durante o filme nos conhecemos
muito melhor e nossa liberdade em cena foi impressionante. Eu não sou
uma pessoa muito aberta, mas tivemos muita química em cena. Não houve
constrangimento. Algumas foram mais marcantes, como a que dançamos
juntos, mas foi uma coisa que me tocou, e não que me envergonhou.
Nas cenas de nudez, senti sim certa dificuldade, mas não tinha nada
gratuito. Se eu acho que cabe no personagem, faço. O que não faria é
posar nu, por exemplo, que não acho bacana.
J.G.V:Me sinto completamente preparado e tranqüilo. Eu tenho um
objetivo traçado, que é de crescer na carreira e fazer bons papéis.
Também não tenho essa preocupação de ficar rotulado como o ator que
interpretou um homossexual que se relaciona com o irmão. Eu vou fazer
outros trabalhos, tem muita coisa bacana por vir.
QUEM: Sempre quis ser ator?
J.G.V: Eu não escolhi ser ator, foi um caminho que surgiu desde muito
cedo, já que comecei a fazer teatro na época do colégio. Aos 18, me
mudei para Milão para trabalhar como modelo. Fiz campanhas boas,
como Dior e Diesel, mas não deixei o teatro de lado e cursei artes
cênicas na escola Piccolo. Também gosto muito de nadar, cheguei a
ser campeão carioca e competi com o Thiago Pereira, mas abandonei
porque exige muita dedicação.
fonte/quem
QUEM: Você namora a atriz Tammy di Calafiori, que vai interpretar em
breve uma dançarina de cabaré. Como dribla o ciúme?
J.G.V: Cada um tem um momento de ciúme, é tudo na esportiva.
E depois, como vou ter a cara de cobrar alguma coisa dela quando eu
fiz um personagem como esse? (risos). A gente é super de boa,
respeitamos os espaços de cada um. Queremos muito ver o outro crescer.
QUEM:Vocês pensam em casamento?
J.G.V: Estamos juntos há dois anos e a relação cada dia está melhor.
É muito cedo para pensar nisso. Mas de qualquer forma, já estamos
enlaçados. Ela é uma parceira de cena e de vida.
postado por: 15:19
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Sexta-feira, Novembro 20, 2009
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ENTREVISTA CONTIGO
BANDA NX ZERO
fonte/contigo
NX Zero: A afinidade e o sonho de um grupo que
não para de voar
Com o lançamento do CD que já é o mais vendido do Brasil,
a banda se reinventa e mostra que está pronta para conquistar
o que quiser
Banda NX Zero comemora sucesso do novo CD
Por Clara Vanali
Era uma quinta-feira, chegamos às 15h na sede da Universal,
um casarão em São Paulo. Na parede da sala de espera,
quadros ilustrativos traziam cantores e bandas de sucesso da
gravadora. Entre eles, um do NX Zero. A assessora nos pediu
paciência, já que os meninos estavam ao telefone falando com
um jornalista que parecia não encerrar as perguntas sobre o
novo CD, Sete Chaves. Não muito tempo depois, os rapazes
desceram as escadas da casa pedindo desculpas pelo atraso.
Os cinco sorriam o tempo todo e não paravam de falar. Entre
uma resposta e outra, eles mostravam uma afinidade e uma força
que deixam claro porque o sonho do grupo está dando tão certo.
O restante da conversa da banda com CONTIGO! e mais um vídeo
com os bastidores, você confere logo abaixo.
Em menos de sete dias de lançamento, o novo CD de vocês,
Sete Chaves, é o mais vendido do Brasil...
(Todos os integrantes da banda começam a gritar, bater palmas
e comemorar!)
Como o disco foi elaborado?
Di Ferreira: Foram três meses de preparação. Dois de pré-produção
e um de gravação.
Gee Rocha: Tudo começou lá em casa, mas nunca é fácil, né?
Uma música boa é difícil de fazer. Então vamos aos poucos,
o Di vai lá em casa, fazemos a letra juntos e por aí vai...
Di: Depois a gente leva tudo pro estúdio e a salada começa!
(todos riem)
Deste CD, qual é a música preferida de vocês?
Di: Cada um tem a sua música preferida de acordo com o
momento, a minha mudou muito. Agora eu gosto mais de
Só Rezo, a primeira do CD.
Daniel Weskler: Mas você falou que era Zerar e Recomeçar,
agora pouco.
Di: Então, mas o momento já mudou! (risos)
Daniel: A minha é Insubstituível!
Filipe Ricardo: No momento anterior era Sem Saída, agora
é Zerar e Recomeçar.
Gee Rocha: Só Rezo.
Caco Grandido: Só Rezo também.
Por que o CD chama Sete Chaves?
Di: Estávamos muito mais unidos, inclusive com o nosso
produtor, o Ricky Bonadio, pra fazermos tudo, pensar cada
conceito, capa, sequência, clima. É como se fosse um
segredo que a gente queria falar, mas a gente gravou em
vez de falar.
Gee: Até quem não gosta, fala: ''Caraca, vocês fizeram um
disco bonito, um som bonito, de bom gosto!''
(todos comemoram e batem palmas)
O Di falou no Twitter que esse é o melhor CD da carreira de
vocês, é verdade?
Di: Esse é o melhor porque a gente está muito feliz com o
resultado. Estamos satisfeitos e os fãs também estão muito
felizes com o que a gente fez, todo mundo que nos acompanha
pirou e falou: ''Caramba vocês pegaram um pouco de todas as
épocas e colocaram aí''. Quem não gostava antes, não sei
exatamente por qual motivo, está gostando mais deste. Isso é
muito louco, muito bom, por isso eu falei que é o melhor, porque
é o que deixou a gente mais satisfeito.
O disco está mais rock ou é impressão minha?
Daniel: A sonoridade dele está mais agressiva. Como os arranjos
já estavam bem-definidos, a hora que o rec foi colocado, a gente
só se preocupou com a timbragem das coisas. Então, eu sinto
que ele está um pouco mais visceral, mais orgânico, e aí você
consegue sentir as nuances de todos os instrumentos, fica mais
cheio. É um lance de rock mesmo, as guitarras são mais altas,
a voz fica um pouco mais baixa.
Di: E não foi nada que a gente pediu, foi muito natural, não nos
prendemos a nada. Acho que por isso a parada está tão sincera.
Acho que o CD está bem-resolvido.
Di: Isso aí, gostei!
Daniel: Essa definição foi ótima.
Fi: Eu diria que está mais bem-resolvido (risos). Coloca aí só pra
pensarem que foi a gente que falou!
(todos riem)
Vocês mesmos que postam no Twitter do NX Zero?
Di: Sim. A gente tem o oficial (@nxzerooficial), em que falamos
para o presidente do nosso fã-clube, que viaja com a gente pra
todo lugar, para ir colocando. Mas nas nossas contas pessoais
a gente posta sempre. Agora mesmo eu estava colocando que a
gente iria dar uma entrevista. Uma coisa legal foi que antes de
o CD sair, nós falamos: ''Olha galera, daqui a uma hora a gente
vai falar o nome do CD novo.'' Aí, quando falamos, sabe aquele
trending topics? (medição de tópicos mais comentados no Twitter).
Então, o nome do nosso disco ficou lá em segundo lugar durante
umas cinco, seis horas!
(as contas pessoais dos integrantes são @caco_grandino,
@ferrerodi, @geerocha, @ _filipe_fi, @daniel_weksler)
Os clipes de vocês são muito bons, bem produzidos...
Di: Obrigado, tirando Razões e Emoções, né?
(todos riem)
Gee: A gente está preparando o clipe da música Espero a
Minha Vez, queremos fazer o melhor de todos.
Daniel: Estamos conversando com o Oscar Rodrigues que
já fez muita coisa pros Titãs, fez o último do Lenine, que
ficou lindo, estamos tendo umas ideias muito boas!
Vocês sempre participam da pré-produção?
Di: Depois de Razões e Emoções, sim! (risos)
Vocês não gostam mesmo dele, né?
Caco: A gente nunca gostou (risos). Vamos falar a verdade,
gente! (risos). Eu acho aquele clipe horrível!
Di: Eu acho que o clipe é muito novo pra nossa época,
ninguém entendeu (risos).
Gee: Eu já acho que faltou uma finalização, o clipe ia ficar
bom, mas não ficou.
Di: Mais uma vez conversamos com o pessoal do Skank e
falamos que tínhamos um clipe que não gostávamos e eles
disseram que toda banda tem um.
Caco: O mais engraçado é que não tínhamos visto antes,
porque falaram pra gente: a estreia do clipe vai acontecer em
um programa da MTV, ao vivo, vocês só vão ver na hora. Aí
você imagina, quando passou ao vivo, a expressão de todos
nós era: ''O que está acontecendo?''
Gee: Foi falta de comunicação.
Vocês têm um estilo definido?
Caco: Rock pop psicodélico punk e ska! (risos)
Di: A gente já tentou definir, mas hoje acho que conseguimos
um espaço muito legal em que o pessoal ouve o começo de
uma música nossa e já sabe que é NX Zero.
Perguntei isso pro Fresno e pergunto a vocês: há rivalidade
entre bandas?
Di: Há entre os fãs de bandas e entres os próprios fãs do NX Zero.
Caco: De uns tempos pra cá, a galera começou a encarar banda
como time de futebol, levantam a bandeira. Nos Estados Unidos,
isso é diferente, se o cara gosta de uma banda de rock, ele gosta
de mais oito do mesmo segmento.
Gee: O que o Caco quer dizer é: ''não briguem!'' (risos)
Vocês já se assustaram com o assédio dos fãs?
Di: Várias vezes. Você precisa ver como é terminar o show e ficar
dentro da van e ver a galera batendo. Quase vira a parada toda! (risos)
Daniel: Assustador...
Como é viver de música?
Daniel: É maravilhoso, incrível, estupendo! (risos) Por mais que a
banda acabe um dia, nos vejo tocando no porão de uma casa.
Caco: Somos muito novos! Assinamos contrato quando estávamos
com 18 anos, hoje temos 23. Por isso, ainda tem muito chão. Se
conquistamos tudo isso até agora, imagina quando chegarmos
aos 30.
Vocês querem gravar outro DVD?
Di: Pra falar a verdade já estamos captando imagens de
bastidores como agora.
(o grupo estava com uma câmera fotográfica no momento
da entrevista)
Gee: Por falar nisso, vocês autorizam a utilização da
imagem de vocês? (risos)
Os pais sempre apoiaram a decisão de vocês de serem
músicos?
Daniel: Mais ou menos. Quando eu larguei a faculdade,
minha mãe me disse: ''Tomara que você seja muito bom no
que está fazendo pra largar a faculdade''.
E o que não fazem mais por falta de tempo?
Di: A primeira coisa é dormir. A segunda é não ver alguns
amigos que a gente gosta de ver e tem muita saudade.
E vocês conseguem sair nas horas vagas? Baladinhas,
barzinhos...
Caco: Até nos momentos vagos, ficamos juntos. Nos
reunimos um na casa do outro e ficamos por lá.
Gee: É, não aguento mais (risos).
Todos namoram?
Todos: Todos!
Que sem graça para as fãs...
Gee: Mas quando éramos solteiros já rolou de ficar com fã...
Vocês já realizaram o sonho de vocês, como banda?
Di: Queremos tocar no mundo inteiro e isso já está virando
realidade. Temos fãs no Chile, no México e queremos conquistar
cada vez mais. O nosso sonho é tocar fora do país e cantar
em outras línguas.
Gee: Mas olha, chegar no terceiro disco é uma vitória! Não é fácil!
Di: É mesmo! Conseguir chegar no terceiro e se reinventar é um
sonho mesmo!
postado por: 02:33
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ENTREVISTA CONTIGO
BETH GOULART
Beth Goulart e a avó Eleonor
fonte/contigo
Beth Goulart, amor além do alcance
Sua avó, Eleonor Bruno, foi um dos grandes amores
de sua vida
Por Elisa Duarte
Em uma família grande como a de Beth Goulart é normal que
um parente e outro tenham maior afinidade. No caso de Beth,
ela foi a neta mais próxima da avó Eleonor Bruno, mãe de
Nicette. Betinha, apelido que ganhou da matriarca, subiu ao
palco pela primeira vez para completar o elenco formado pelas
três gerações. Eleonor, Nicette e Beth contracenaram no
espetáculo O Efeito do Raio Gama nas Margaridas do Campo.
''A minha avó foi uma influência na minha vida. Ela segurava
toda a onda para os meus pais poderem viajar. É uma referência
afetiva principalmente da infância, época marcante para mim'',
disse, antes de se derreter com as lembranças e suspirar a frase:
''Ela era uma avó com açúcar''.
Com a filha e o genro Paulo Goulart na estrada, foi Eleonor quem
se responsabilizou por parte da educação das crianças. No tempo
livre, criava jogos e abusava da criatividade. ''Ela sempre nos deu
muito amor, respeitando a nossa maneira e a dos meus pais.
Foi bastante lúdica, e o jogo lúdico é muito presente no teatro'',
relatou, confessando que a influência da avó começou muito cedo.
Voltada à família, Leonor não era atriz até conhecer o dramaturgo
Nelson Rodrigues, na época em que levava a filha para encenar
Anjo Negro, de autoria do carioca. ''Ele se apaixonou por ela e
acabou escrevendo uma peça só pra ela. Dorotéia foi sua estreia
no teatro. Anos depois, fui convidada a contar essa história, essa
relação de amor herdada da minha avó'', contou Beth.
Na época da estreia de Dorotéia Minha, protagonizada por Beth e
baseada nas cartas de amor do escritor, Nicette achou melhor
poupar a mãe com Alzheimer das lembranças. Em cartaz, a peça
acabou virando uma homenagem póstuma. ''Tenho certeza que ela
recebeu o meu amor'', completou a atriz que acompanhou todo o
processo da doença. ''No final da vida ela não conseguia falar muito
bem e não queria olhar para a filha [Nicette] porque tinha receio de
como minha mãe reagiria à passagem dela, então, ela olhava pra
mim. Nunca vou esquecer o olhar dela, de carinho, de esperança,
de amor. Enfim, que bom que pude ter esses momentos. Até na
despedida da minha avó eu pude dizer o quanto a amo. Ela está
sempre perto.''
A história do amor da neta pela avó se torna ainda mais especial
com outro detalhe revelado pela atriz: ''Estava procurando por uma
peça para encenar e encontrei um livro que me chamou a atenção.
Era a peça com uma declaração linda do Nelson Rodrigues. Em
uma das cartas dele pra ela, estava escrito: 'Um dia a filha de
Nicette vai mostrar para você o meu amor imortal'''.
postado por: 02:11
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Quinta-feira, Novembro 19, 2009
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REPORTAGEM EXTRA ONLINE
JULIANA SILVEIRA
fonte/extra
Juliana Silveira fala pela primeira vez sobre sua separação
Juliana Silveira falou pela primeira vez sobre a separação de
Roger Gobeth na edição da revista "Caras" que chega hoje às
bancas. "Entro nos relacionamentos de cabeça. Entrei de um
jeito, o Roger de outro. Não tem mais volta. Os amigos me
apoiam. Nós mesmos somos e continuamos muito amigos e
nos falamos todos os dias", disse Juliana à publicação.
fonte/extra
A revista lembrou que Juliana chegou a marcar a data o
casamento com Roger, antes de decidirem colocar um ponto
final à relação. "Estava tudo pronto, mas a gente adiou.
Estávamos com um problema de saúde grave na família e,
para mim, mexeu muito ter momentos de alegria e tristeza
ao mesmo tempo. Moramos juntos por um ano. Marcamos a
primeira data em maio, depois em setembro, mas o universo
conspirou contra", disse a atriz, que posou, linda, no Castelo
de Caras.
postado por: 01:47
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Quarta-feira, Novembro 18, 2009
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ENTREVISTA REVISTA CLAUDIA
HUGH LAURIE
fonte/abril
Hugh Laurie, ator de House, revela: "eu sou um mala-sem-alça"
O protagonista de uma das séries mais populares dos Estados
Unidos já foi campeão de remo, estudou arqueologia, teve um
programa cômico e chegou a ser tachado de limitado antes de
encarnar o personagem que lhe renderia o salário de 400 mil dólares
por episódio e o reconhecimento artístico: o médico Gregory House.
A quinta temporada, em cartaz na TV brasileira, está pegando fogo
Hugh Laurie
Ele só vai completar meio século de vida em junho. Mas o ator Hugh
Laurie já tem tudo programado para celebrar o momento: vai pegar a
estrada sobre uma moto a fim de sentir a velocidade nas highways
americanas. Parece coisa de turista? Bem, não deixa de ser. O ator
gosta de brincar que, das muitas conquistas de suas cinco temporadas
como o médico protagonista de House – entre elas dois Globos de Ouro
de melhor ator em série televisiva, em 2006 e 2007 –, nenhuma se
compara ao fato de boa parte de seus fãs acreditar que ele, tal qual
o doutor Gregory House, é um típico ianque, mais do que familiarizado
com as cercanias do hospital em que trabalha, em Nova Jérsei, nos
domínios da renomada Universidade de Princeton.
Apesar do sotaque impecável, Laurie é britânico da cepa, nascido em
Oxford. Não à toa, uma reportagem recente na revista americana
Entertainment Weekly sobre o sucesso de House começa com o ator
gravando a mesma cena dezenas de vezes. Tudo porque se irritava
com sua pronúncia de “estúpido” – palavra das mais usadas no
dicionário do personagem mais cáustico da televisão contemporânea
–, que não lhe parecia americana o suficiente. “O sotaque é a parte
mais frustrante de todo o processo para mim. Quase tudo na vida fica
mais fácil depois que você pega a prática. Com o sotaque do House,
essa regra não vale”, diz.
postado por: 01:39
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Terça-feira, Novembro 17, 2009
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Domingo, Novembro 15, 2009
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ENTREVISTA EXTRA ONLINE
FERNANDA YOUNG
fonte/extra
Fernanda Young : ‘Faço o maior sucesso com as lésbicas’
A niteroiense Fernanda Young é a capa mais supreendente da
“Playboy” deste ano. Autora da série “Os normais”, Fernanda
prova que, além de inteligente, é bonita e bem-humorada.
Basta ler suas respostas no “Perguntas fora do comum”.
— É verdade que você faz o maior sucesso com as lésbicas?
— É, faço. E tenho orgulho disso. Porque, de certa forma,
tenho uma conduta em que deixo bem claro que acho normal.
Eu não sou lésbica, mas acho altamente natural a hipótese de.
— Se você fosse obrigada a tatuar o cofrinho ou a virilha,
onde escolheria?
— Ah, que pergunta horrível (risos)! Ai, não! Quem faz isso?
Eu acho que o cofrinho. Porque virilha, não! Virilha, não!
— Em que momento da sua vida Niterói grita?
— Niterói grita quando eu quero parar tudo para tomar uma
cerveja gelada. Isso é bem Niterói.
— Você seria rainha de bateria de uma escola de samba?
— Eu acho que sim, sabia? Nunca saí em uma escola de
samba e gostaria de sair como uma experiência
única.
— O que faria para apimentar a relação? Um mènage,
compraria objetos sexuais ou arrumaria um amante?
— Olha, nenhuma das três coisas iria funcionar. Qualquer
atitude dessas me faria cair na gargalhada.
— Um CD do Belo no último volume te irrita paca, pouco
ou picas?
— Pouco. A ideia me parece irritante, mas não sei como é
a música dele. Não sei exatamente do que se trata.
— Se você fosse feia e burra, onde estaria hoje?
— Feia eu acho que poderia me sair bem. Mas feia e burra
não dá. Eu acho que estaria em Niterói, morando com a
minha mãe, talvez com uns três filhos de homens diferentes.
E talvez eu estivesse sem dentes (risos).
postado por: 03:58
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REPORTAGEM DIÁRIO GAÚCHO
JOSÉ MAYER
fonte/diario
Não tem pra ninguém: Zé Mayer é o maior pegador!
José Mayer é o cara! Aos 60 anos, o ator continua firme
em seu papel de galã sedutor, pegando todas como o
Marcos de Viver a Vida.
Na vida real, surpreende ao mostrar-se reservado e casado
há 34 anos com a mesma mulher. Mas, afinal, qual será o
segredo deste garanhão, conquistador de Helenas e de outras
tantas em produções da TV Globo?
- Mineirinho que come pelas beiradas
José Mayer nasceu em 3 de outubro de 1949 na pequena
cidade de Jaraguaçu, em Minas Gerais. A carreira de ator
começou em 1970, em Belo Horizonte, mais direcionada
para o teatro.
Por volta de 1979, Zé mudou-se para o Rio de Janeiro e
conseguiu um emprego na Globo como dublador do Burro
Falante, do Sítio do Pica-Pau Amarelo. Entre os seus papéis
marcantes, estão o bem-dotado Osnar, da novela Tieta (1989),
e o Nando, da minissérie Presença de Anita (2001).
- Virou piada na internet: eles riem que é pra não chorar!
De tanto fazer o conquistador, José Mayer virou brincadeira
no Twitter (www.twitter.com), dando origem a uma série de
frases engraçadas sobre a sua fama!
- Zé Mayer pegou Eva antes mesmo de Adão.
- A monogamia foi imposta por lei, porque, senão, todas as
mulheres casariam com Zé Mayer.
- Zé Mayer não conta carneirinhos para dormir. Ele conta Helenas.
- Pac-man vai mudar de nome para Pac-Mayer. O famoso come-come.
- A primeira Helena que o Zé Mayer pegou foi a Helena de Tróia.
- O acessório mais vendido no sex shop é uma máscara de Zé Mayer.
- Zé Mayer perdeu a virgindade aos 16 segundos!
- Soltinhos por aí...
A psicanalista e sexóloga Rafaela Couto garante que tipos
como o Marcos de Viver a Vida circulam por aí.
– No consultório, acompanho mais de dez homens nesta
situação, todos que passaram dos 40 – comenta.
Rafaela enumera algumas características do perfil: são
homens que possuem um aparente controle sobre a vida,
que geralmente moram sozinhos e pagam as suas contas.
Com ar de segurança, seduzem as mulheres que buscam
um protetor.
– Ele precisa ser visto, admirado e encara as mulheres como
um troféu que quer exibir. Ele imagina-se perfeito, e que a mulher
que ele conquistou é perfeita como ele. Quando percebe os seus
defeitos, parte para outra – explica Rafaela.
- É aquele tipo que nunca fecha as portas para as ex
Segundo a psicanalista, este tipo de homem tem mais uma
característica que fecha com o comportamento mostrado por
Marcos. Ele nunca fecha totalmente as portas para as ex,
como dá para perceber pelos olhares que o galã lança para
Tereza (Lilia Cabral) na novela das oito.
E por que José Mayer se sai tão bem neste tipo de papel?
– Ele consegue passar no olhar o controle que este homem
exerce sobre as mulheres.
- O senhor das Helenas
Manoel Carlos, autor de Viver a Vida, e Zé Mayer trabalharam
juntos em seis tramas: cinco novelas e uma minissérie. E, por
seis vezes, os personagens de José ficaram com as Helenas,
estrelas das histórias: duas vezes Regina Duarte, uma vez
Vera Fischer, uma vez Christiane Torloni, uma vez com
Helena Ranaldi e, agora, Taís Araújo.
– Eu realmente não me acho bonito. Eu me acho interessante
como ator – afirma José Mayer.
- Pô! E põe currículo de respeito nisso
É de ficar boquiaberta (ou com inveja, se for homem!), quando
se pesquisa o currículo amoroso de José Mayer. Não é à toa
que, aos 60 aninhos, o ator tem em sua rede dois mulherões
apaixonados por ele em Viver a Vida: Helena, interpretada por
Taís Araújo, e Dora, personagem de Giovanna Antonelli.
Mais de 25 mulheres já caíram de amores por ele em novelas,
séries e minisséries da TV Globo. Retratos da Fama relembra
os principais casos de amor do conquistador. Para não confundir,
os nomes das musas de Zé seguem em ordem alfabética. Todas
tiveram o seu momento com o garanhão!
Caíram na rede de José Mayer Produções da TV Globo
Ângela Vieira - Meu Bem Querer (1998)
Adriana Esteves - A Indomada (1997)
Betty Faria - Tieta (1989)
Camila Pitanga - Mulheres Apaixonadas (2003)
Carla Marins - Hipertensão (1986)
Carolina Ferraz - História de Amor (1995)
Carolina Kasting - Mulheres Apaixonadas
Christiane Torloni - Mulheres Apaixonadas
Claudia Raia - A Favorita (2008)
Danielle Winits - Páginas da Vida (2006)
Deborah Secco - Laços de Família (2000)
Giovanna Antonelli - Viver a Vida
Giulia Gam - A Favorita
Helena Ranaldi - Laços de Família (2000) e
Presença de Anita (2001)
Juliana Paes - A Favorita
Lilia Cabral - História de Amor e Viver a Vida
Malu Mader - Fera Radical (1988)
Maria Zilda - De Corpo e Alma (1992)
Marília Gabriela - Senhora do Destino (2004)
Mel Lisboa - Presença de Anita
Nathália do Vale - Páginas da Vida
Priscila Fantin - Esperança (2002)
Regina Duarte - História de Amor e Páginas da Vida
Roberta Rodrigues - Páginas da Vida
Sílvia Pfeiffer - Meu Bem, Meu Mal (1990)
Susana Vieira - Senhora do Destino
Taís Araújo - Viver a Vida
Vera Fischer - Laços de Família e Pátria Minha (1994)
postado por: 03:42
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Sábado, Novembro 14, 2009
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ENTREVISTA QUEM ACONTECE
MARCO ANTÔNIO GIMENEZ
fonte/quem
Marco Antônio Gimenez: “Não basta ser bonito”
Ele recebeu a repórter Laís Rissato para responder as perguntas
dos leitores enviadas ao site de QUEM, e falou sobre o breve
contato que teve com Mick Jagger, avisa que planeja se casar e
ter filhos com a modelo Raphaela Sirena, sua namorada há um
ano e dois meses
Por Laís Rissato
Aos 31 anos, o ator carioca Marco Antônio Gimenez, atualmente
no ar como o sargento Lucas da novela das 7 da Globo, Caras & Bocas,
acredita que já conseguiu provar que não é só um rostinho bonito na TV.
“Tento passar todas as características que meus personagens pedem.
Se a beleza vem junto, é um acréscimo”, diz ele, que recebeu a repórter
Laís Rissato para responder as perguntas dos leitores enviadas ao site
de QUEM. Irmão da apresentadora Luciana Gimenez e filho dos também
atores Vera Gimenez e Jece Valadão, Marco Antônio fala, a seguir, sobre
o breve contato que teve com Mick Jagger, pai do filho de Luciana, e avisa
que planeja se casar e ter filhos com a modelo Raphaela Sirena,
de 20 anos, sua namorada há um ano e dois meses.
1- Seus pais o influenciaram na decisão de se tornar ator?
Nathalia Coelho Viana, São Paulo (SP)
Não. Quando pequeno, era teimoso, achava que não queria fazer o que
eles faziam por ser falta de criatividade. Eles me incentivavam a fazer o
que eu quisesse, mas nunca me forçaram a trabalhar como ator.
2- Em sua carreira, quais foram os personagens mais marcantes?
Rafael Cardoso, Bagé (RS)
Com certeza o Urubu, de Malhação, em 2005. O personagem me trouxe
reconhecimento nacional. O programa era muito visto naquela época e eu
era o vilão. As pessoas me conhecem muito por causa desse personagem.
3- Acredita que já conseguiu algum trabalho só por ser bonito?
Claudia Santoro, Itu (SP)
Acho que vários fatores influenciam na escalação de um papel.
A beleza está embutida neles. Mas não basta somente ser bonito,
você tem que mandar bem e convencer. Tento passar todas as
características que meus personagens pedem. Se a beleza vem
junto, é um acréscimo.
4- Como você lidou com a morte de seu pai, o ator Jece Valadão,
em 2006?
Osvaldo Casé, Iguatu (PR)
Uma perda é sempre muito dolorosa, mas não foi algo repentino.
Ele teve um infarto, foi para o hospital e depois faleceu. Queria ter
podido atuar com ele e que ele estivesse vivo para me ver atuando.
Nos últimos anos, conversamos e trocamos ideias sobre a profissão.
Era sempre muito prazeroso estar com meu pai.
5- Você posaria nu?
Mariane Tarobá, Catalão (GO)
Já recebi convite e declinei dele. Não digo que “dessa água não beberei”,
mas não é algo que tenha vontade de fazer agora. Acho que o nu feminino
é mais aceito que o masculino. Além disso, tenho vergonha.
6- Como é a relação com sua irmã, Luciana Gimenez?
Marcos da Rocha, Santos Dumont (MG)
É ótima. Sou o único irmão dela e sempre fomos confidentes,
desde crianças. Ela confiava muito em mim e desabafava os problemas
comigo, porque eu não falava nada para ninguém. E é assim até hoje.
7- Em 1999, sua irmã ficou mundialmente conhecida após ter um filho
com Mick Jagger. Como soube da notícia?
Olímpio de Alencar Araújo Bezerra, João Pessoa (PB)
Ela me contou, fui um dos primeiros a saber. Sabia que ela estava tendo
um caso com o Mick, que eles se conheceram aqui no Brasil e
continuaram se encontrando pela Europa. Uma pessoa que trabalhava
com ela em Nova York contou para a imprensa. Fiquei chocado com a
proporção que a coisa tomou. Jornalistas do mundo inteiro ligavam para ela.
8- Você conheceu o Mick Jagger? Teve algum contato com ele?
Gisele Piamontina, Magé (RJ)
Eu o conheci em 2006, no show que os Rolling Stones fizeram em
Copacabana. Fui apresentado ao Mick no camarim. Lembro de ele ter
ligado algumas vezes lá em casa. A Luciana ficou lá nos primeiros
eses de gravidez, aí eu atendia o telefone e era ele.
Falava: “Quem é?” E ele: “É o Mick Jagger”. Era engraçado (risos).
O Lucas, meu sobrinho, está com 10 anos e é o xodó do Mick, eles
se falam sempre.
9- Em algum momento teve receio de ficar conhecido como o
“irmão da Luciana Gimenez”?
Ana Paula Cordeiro, Botucatu (SP)
Não, mas isso passou pela minha cabeça. De uma certa maneira,
achava que os outros pensariam: “Ele conseguiu tal trabalho porque
é irmão da Luciana Gimenez”. Ela estava na mídia, tinha acabado de
estrear um programa na televisão, e alguns anos depois eu me lancei
como ator. Mas conquistei minhas coisas com meu próprio esforço
e talento, e tenho muito orgulho de ser irmão dela.
10- Você está namorando? Tem vontade de casar, ter filhos?
Sonia Fernandes, Amparo (SP)
Tenho uma vida quase de casado com a modelo Raphaela
Sirena, de 20 anos. Estamos juntos há um ano e dois meses.
Quero casar no papel, mas não agora. Já comprei meu apartamento
e quero primeiro ter meu espaço, minhas coisas. Penso em ter filhos,
mas quando eu estiver estabilizado financeiramente, porque filho
requer atenção e uma vida estruturada
postado por: 02:19
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REPORTAGEM QUEM ACONTECE
CLEO PIRES
fonte/quem
Cleo Pires posa sem roupa
Atriz fez seu primeiro ensaio sensual para a revista "Trip"
QUEM Online
Cleo Pires fez seu primeiro ensaio sensual para a revista
"Trip" de novembro.
Além de posar completamente nua para a publicação, a atriz
também falou sobre seu temperamento.
“Se alguém me fala 'você tem que fazer isso', já era, não faço.
Tem que ser do meu jeito, pra mim isso é autonomia. Quando
falam 'ah, mas as pessoas fazem', penso 'dane-se'. Nunca vou
fazer porque tenho que fazer, e sim porque eu quero fazer”.
“Gosto de mato e água doce, mais do que praia e mar.
Tenho uma relação muito forte com o verde, a selva... amo mesmo.
Eu me sinto em casa. Os bichos não têm medo da gente, é uma
relação natural, dá segurança”, completou.
A filha de Glória Pires também falou sobre sua relação com o
sexo. “Acho sexo muito importante, mas a libido é uma energia
de vida que podemos direcionar para várias coisas. Gosto de sexo,
mas não sou viciada, tipo 'ah, tô sem namorado, preciso dar'", finalizou.
A atriz, que está afastada da TV desde o fim da novela
"Caminho das Índias", poderá ser vista em breve no cinema.
Ela é um dos destaques do elenco do filme "Lula, O Fillho do Brasil
postado por: 02:00
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1- EM 1979, NA NOVELA CARA A CARA DA TV BANDEIRANTES ,
FÚLVIO STEFANINI VIVEU UM MECÂNICO AO LADO DE UM
CANTOR FAMOSO DA ÉPOCA.QUEM ERA ELE?
A- BENITO DE PAULA
B- RAUL SEIXAS
C- ANTÔNIO MARCOS
D- SILVIO BRITO
2- QUAL O NOME DA PERSONAGEM DE ISABELLA GARCIA
EM BEBÊ A BORDO (1988)?
A- SILVIA
B- GABRIELA
C- TÁBATA
D- ANA
3- ANTES DE FAZER SUCESSO COM GUERRA DOS SEXOS (1983),
O AUTOR SILVIO DE ABREU ESTREOU ESCREVENDO UMA TRAMA
PARA A TV TUPI, EM 1977. O NOME ERA...
A- ÉRAMOS SEIS
B- SASSARICANDO
C- RAINHA DA SUCATA
D- AS FILHAS DA MÃE
4- EM 1986, BIA SEIDL INTERPRETOU O PAPEL DE
ANINHA NESTA NOVELA DE ÉPOCA QUE FOI
EXIBIDA PELA TV MANCHETE...
A- DONA FLOR
B- DONA BEIJA
C- SINHÁ MOÇA
D- DONA XEPA
5- OS IMIGRANTES (1981) , FOLHETIM DA TV BANDEIRANTES,
MOSTROU A SAGA DE TRÊS ANTÔNIOS, SENDO:
A- UM ITALIANO, UM PORTUGUÊS E UM ESPANHOL
B- UM NORUEGUÊS, UM ÁRABE E UM ESPANHOL
C- UM ARGENTINO, UM PARAGUAIO E UM CHILENO
D- UM BRASILEIRO, UM PORTUGUÊS E UM ÁRABE
6- O PRIMEIRO FESTIVAL DE MÚSICA N TELEVISÃO FOI
AO AR EM 1965, NA EMISSORA...
A- GLOBO
B- TUPI
C- EXCELSIOR
D- RECORD
7- ESTE FOI O PRIMEIRO VIDEOCLIPE EXIBIDO PELA MTV,
QUANDO ENTROU NO AR, EM 1990:
A- GAROTA DE IPANEMA, COM MARINA LIMA
B- ALEGRIA, ALEGRIA, COM CAETANO VELOSO
C- ADOCICA, COM BETO BARBOSA
D- FOGO E PAIXÃO, COM VANDO
PASSE O MOUSE E VEJA SE VOCÊ É FERA !
postado por: 01:48
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Sexta-feira, Novembro 13, 2009
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
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REPORTAGEM SITE IG
WANESSA
fonte/ig
Wanessa: "Não fui santinha, quis experimentar a vida"
Em entrevista à RG Vogue de novembro, Wanessa conta
que aprontou muito quando era mais nova.
"Não fui santinha, quis experimentar a vida. Não fiz nada
que nenhum jovem não tenha feito, só que era mais exposta",
diz a cantora, hoje casada com o empresário Marcus Buaiz.
Organizada, ela faz questão de colocar tudo na ponta do lápis,
"Brigo até por R$ 30 a mais na conta de luz e sei quanto o
motoboy do escritório gasta de gasolina", diz, mostrando-se
uma dona de casa exemplar.
fonte/ig
Wanessa mostrou que não cresceu apenas na vida pessoal.
Ela, que está em sua fase "hip hop pop", adotou coreografias
mais sensuais nos shows. "Na intimidade, eu sou calminha,
mas no palco bate um furacão inexplicável", diz.
Apesar de manter a linha mais pop, ela garante que não
tem nada contra o estilo de música que seu pai canta:
"Eu gosto de sertanejo, tenho muito respeito e carinho
pela música, um orgulho imenso do meu pai, mas não
sou fã do gênero, não me identifico e não ouço".
postado por: 01:59
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ENTREVISTA QUEM ACONTECE
JESUS LUZ
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“Já tenho uma família”
Em sua entrevista mais longa, o DJ e modelo Jesus Luz,
namorado da cantora Madonna há quase um ano, afirma
que já se sente casado, avisa que é um homem ciumento
e diz que gostaria de adotar várias crianças
Por Priscila Bessa
Ele não gosta de dar entrevistas. Muito menos se as perguntas
girarem em torno de seu relacionamento com a namorada, a
cantora Madonna, com quem está há quase um ano. Nega que
essa atitude seja resultado de um contrato que teria com ela.
“Acho que é respeito. É o meu modo. Sempre fui assim com
relação a qualquer mulher na minha vida”, diz. Mesmo assim,
na entrevista a seguir, a mais longa que já concedeu, o modelo
e DJ Jesus Luz, 22 anos, admitiu pela primeira vez que já se
sente casado, fazendo parte de uma família. No caso, a família
de Madonna, que é mãe de quatro filhos: Lourdes Maria, 13 anos,
e Rocco, 8, seus filhos com o personal trainer Carlos León e o
cineasta Guy Ritchie, respectivamente, e David Banda, 4, e
Mercy James, 3, ambos adotados no Malauí, país da África.
Sobre a notícia de que Madonna estaria interessada em ajudar
crianças carentes brasileiras – ela teria uma viagem marcada para
o Brasil no início desta semana –, Jesus não quis se pronunciar.
Porém, mostrou-se muito entusiasmado com o tema adoção.
“Adotaria todas as crianças se eu pudesse. O ser humano que
adota uma criança tem a atitude mais nobre que se pode ter no
mundo.” Protagonista de cenas de beijo com Madonna no clipe
mais recente dela, Celebration, Jesus diz, na entrevista a seguir,
que é ciumento. Ele também conta como se sente ao frequentar
as altas rodas internacionais ao lado de Madonna, revela sua rotina
em Nova York e fala sobre sua origem familiar, cheia de “altos e baixos”.
QUEM: Madonna é a cantora mais famosa do mundo. Como se
sente ao lado dela?
JESUS LUZ: Acho que me sinto como qualquer ser humano
iria se sentir: bem! Ela é o que ela é.
QUEM: E o que ela é?
JL: Ela é o que todo mundo vê, uma pessoa maravilhosa. É o
que eu já disse tantas vezes e vou repetir até o fim. E não tem
outra maneira de alguém se sentir perto dela a não ser bem.
Gosto de me sentir assim quando estamos juntos.
QUEM: Quando Madonna disse que preferia ser atropelada por
um trem a se casar novamente, você também declarou que está
muito novo para se casar. Mas faz planos de ter uma família,
algo consistente?
JL: Acho que já tenho uma família e coisas consistentes
na minha vida.
QUEM: Digo, especificamente, uma mulher e filhos.
JL: Para mim, é como se eu já tivesse isso agora na
minha vida.
QUEM: Adotaria uma criança?
JL: Adotaria todas as crianças se eu pudesse. Acho maravilhoso.
O ser humano que adota uma criança tem a atitude mais nobre que
se pode ter no mundo. É mais do que simplesmente salvar uma vida,
pois você dá oportunidade à criança de ter um futuro, ter uma família
e ser criada com amor.
QUEM: Você tem experiência com crianças, até pelo convívio com
seus dois irmãos mais novos, que são adolescentes. Acha que isso
contribuiu para sua relação com os filhos da Madonna?
JL: (Sorri e faz que não com a cabeça, indicando que não vai responder.)
QUEM: Você está apaixonado?
JL: (Ele dá uma gargalhada.)
QUEM: Quando se toca nesse assunto você só ri...
JL: Ah, eu posso rir, né?
QUEM: Você pode explicar por que não fala sobre Madonna?
É algum acordo, um contrato que tem com ela?
JL: Não. Acho que é respeito. É o meu modo. Sempre fui assim
com relação a qualquer mulher na minha vida, de evitar ficar falando
detalhes. Ainda mais no caso dela.
QUEM: Você é um homem ciumento?
JL: Sou ciumento, sim. Mas tento controlar isso ao máximo.
Tenho ciúme da minha mãe, dos meus irmãos, das minhas tias,
sou bem ciumento. Eu sinto, mas tenho que respeitar os outros.
O ciúme precisa ser saudável.
QUEM: Há fãs histéricas que gritam por você. Você se acha
isso tudo mesmo?
JL: Tem dias que acordo, olho no espelho e me acho meio estranho.
Tem dias que falo: “Sou um cara bonito”. Acho que depende do humor.
Você pode ser uma pessoa linda e maravilhosa e acordar de manhã e
se achar um monstro por não estar com a cabeça boa.
QUEM: Como surgiu a oportunidade de você abrir, como DJ, os shows
da Madonna, ao lado do DJ Paul Oakenfold, que é uma estrela
internacional?
JL: Foi uma coisa de momento, de falar, antes de um dos shows:
“Pô, o Paul Oakenfold está tocando, tô ligado em parada de DJ,
sempre gostei muito”. O palco estava aberto ali, e os dançarinos
dela (Madonna) sempre vão, dançam e animam a galera, antes do
show. Eu fui querendo começar a ver o que estavam fazendo,
animar a galera também. Era bom para mim, meio que um treino
para me sentir à vontade com o público, já que era isso que eu ia
fazer no futuro, sozinho, sem ninguém do meu lado. E que público!
QUEM: Você acha que, se fosse completamente desconhecido e
tocasse como DJ em um evento como o Ceará Music, como fez
há algumas semanas, os DJs mais experientes não o teriam
criticado, como aconteceu?
JL: Acho. Isso aconteceu por eu ter chegado na carreira como DJ
já tendo as portas abertas em eventos como esse e por ter uma
imagem vinculada à outra (refere-se a Madonna). Mais o meu status
como modelo, o lance de estar na mídia. Ao mesmo tempo, acho
que cada um tem o seu espaço e Deus age de maneira perfeita.
Tudo é do jeito que tem que ser.
QUEM: Você veio de família simples e sua realidade hoje é
muito diferente. Como fica sua cabeça? Sente-se poderoso?
JL: A minha vida sempre foi de altos e baixos. Na minha família,
sempre tive realidades totalmente diferentes. Por parte da família
da minha mãe e do meu pai sempre rolou uma situação financeira
bem oposta. Então, eu já estava acostumado com isso – de conviver
com pessoas mais humildes, que se expressam de uma forma
mais simples, e com pessoas que têm ar de superioridade.
Eu sempre tentava ficar num meio-termo entre as duas realidades.
A minha vida sempre foi isso.
QUEM: Na prática, de que forma você tem ajudado sua família?
JL: Aos poucos, tenho tentado mudar algumas coisas que acho que
são meu dever mudar. Por exemplo, uma coisa bem simples, como
o meu irmão poder estudar inglês ou estudar em um colégio bom.
Coisas básicas da vida, que sinto que são uma obrigação minha.
QUEM: É verdade que deu uma casa de presente a sua mãe?
JL: Não, minha mãe já tinha o apartamento dela. Ainda não tive
a grande oportunidade de presenteá-la. Um dia, com certeza.
QUEM: O que projetava para sua vida? O que sonhava ser
quando crescesse?
JL: Sempre tive vontade de estar ligado à área artística, como
música, teatro, algo em que pudesse me expressar e ser mais
criativo. Cheguei a estudar turismo, pelo fato de ter viajado para
os Estados Unidos e ter aprendido inglês. Mas aí decidi voltar
para o teatro. Fiquei seis meses no curso da CAL (Casa das
Artes de Laranjeiras, no Rio), quase completei o primeiro período.
Não continuei porque chegou um momento em que eu tinha que
pagar o curso, mas não tinha condições financeiras. A minha mãe
e ajudava quando podia, meu pai também, mas quem mais ajudava
era minha avó paterna, Ana Maria.
QUEM: Você transita da areia da Praia de Ipanema para um jantar
com Marc Jacobs ou uma festa com Valentino. Já teve medo de
não saber como se portar?
JL: Há sempre um pouco de ansiedade e nervosismo pela tensão
erada em torno de você. Acabo ficando meio nervoso, mas isso é
normal para mim, que sou tímido. Mas, se começar a pintar um
lance de eu me sentir inseguro comigo mesmo, não poderei ir a
lugar algum, nem a uma roda de amigos. Eu sou o Jesus Pinto da
Luz e vou ser o mesmo aqui ou em qualquer lugar, não importa o
ambiente. Senão, você vai deixando de existir.
QUEM: É verdade que você já cobra 200 mil reais de cachê para
desfilar ou tocar?
JL: Tudo lenda. Não vou falar valores, mas com certeza é bem menos.
QUEM: Como é sua rotina em Nova York?
JL: Acordo cedo, tomo café, malho umas duas horas por dia, fico no
estúdio praticando como DJ. Se o clima está agradável, vou correr,
visito museus, vou a restaurantes interessantes. Procuro sempre estar
transitando pela cidade, adoro a energia das ruas de lá, mas sinto muita
falta da natureza do Rio. Então, tento sempre me entreter com outras
coisas que a cidade pode oferecer. Volta e meia tenho reuniões com os
agentes, encontro com clientes pelo menos três vezes por semana.
Porque tenho duas carreiras, a de DJ e a de modelo (atualmente, ele
tem cinco agentes em quatro países). Também frequento o centro de
cabala de lá para meditar. E tem o shabbat todo final de semana...
QUEM: Qual foi o principal ensinamento da cabala que você aplica
a sua vida?
JL: Um ensinamento que não é só da cabala, que é o do amor ao
próximo. Acho que isso é universal.
postado por: 01:35
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Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Domingo, Novembro 08, 2009
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ENTREVISTA QUEM ACONTECE
APARECIDA PETROWKY
fonte/quem
Aparecida Petrowky: “Minha vida parece coisa de novela”
Atriz de "Viver a Vida" conta sua história familiar e revela
como conquistou seu lugar na novela
Por Laís Rissato
Foi uma estreia e tanto. Logo nos primeiros capítulos de
"Viver a Vida", sua personagem, a rebelde Sandrinha, ganhou
destaque com uma trama paralela recheada de cenas
barras-pesadas, incluindo tiroteio em favela, fuga, bate-boca e
ameaça de aborto espontâneo. De quebra, sua semelhança
com a cantora caribenha Rihanna também chamou a atenção
de imediato. Dando conta de todo esse recado está a atriz
Aparecida Petrowky, 27 anos, estreante na TV que tem uma
vida pessoal digna de novela das 8.
Gravidez precoce
A história começa há cerca de 40 anos, quando sua avó,
Geralda de Souza, mudou-se de Minas Gerais para o Rio de
Janeiro, para trabalhar como doméstica na casa de uma família
no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. Levava junto,
ainda pequena, a mãe de Aparecida, Glória Geralda de Souza.
Alguns meses após a chegada ao Rio, porém, Geralda morreu.
Glória acabou sendo criada com as outras duas crianças da família
de classe média para a qual sua mãe trabalhava. Ao completar
15 anos, engravidou de Aparecida. Teve o bebê e, pouco tempo
depois, novamente grávida, decidiu deixar a filha com a tal família
para morar com o namorado (e pai de Aparecida), o designer de
automóveis russo Waldier Petrowky, que trabalhava numa fábrica
da Volkswagen, no subúrbio carioca da Vila da Penha.
“Ela queria ter a vida dela com o meu pai. E não tinha condições
financeiras ou psicológicas para ficar comigo. Costumo dizer que
ela era a Sandrinha”, diz Aparecida, que, na novela de Manoel Carlos,
interpreta a moça que faz de tudo para continuar ao lado do pai de
seu filho recém-nascido. Aparecida fica com lágrimas nos olhos ao
lembrar do pai, que morreu em decorrência de um infarto quando ela
era adolescente. “Não gosto de guardar datas, não lembro quando foi.
Prefiro esquecer as coisas ruins. A gente se amava, mas, na época
em que eu era criança, ele não ligava muito”, diz.
Duas mães
O enredo novelesco da vida da atriz não para por aí. Quando a mãe
biológica de Aparecida saiu de casa, a menina ficou aos cuidados
da professora Vera Lúcia de Carvalho, uma das irmãs de criação
de Glória. “A Vera não deixou minha mãe me levar. Na verdade, elas
chegaram a um consenso e acharam melhor que eu ficasse”, diz
Aparecida, que foi criada por Vera e só aos 5 anos conheceu a mãe
verdadeira. “A Vera lidava bem com crianças e me contou sobre
minha origem com muita naturalidade. Depois de um tempo, a
Glória voltou para trabalhar como babá lá em casa. As duas eram
amigas. Eu tinha duas mães e gostava disso”, afirma.
Sem arrependimento
Aparecida emociona-se muito ao lembrar da morte da mãe adotiva,
devido a um câncer de mama, em 1999. Vera deixou dois filhos
pequenos, Bianca e Pedro, que acabaram sendo criados por Glória,
que trabalhava, durante a semana, na casa da família. “Quando a Vera
morreu, fiquei muito revoltada com a vida. Não falava com ninguém,
demorou para passar. Tudo o que sou hoje, a minha educação, devo
a Vera. Sempre fui muito independente, amadureci rápido”, diz ela,
antes de fazer uma revelação. “Meus irmãos de criação chamam minha,
mãe biológica de mãe. Minha vida parece coisa de novela mesmo!”
Glória, que ainda teve outros cinco filhos naturais, garante não ter se
arrependido do que fez ao deixar Aparecida para trás e viver seu grande
amor. “A Cida foi muito bem cuidada. Deram a ela tudo de que precisava.
A gente se dá bem, ela é maravilhosa, batalhadora. Amo muito minha filha.
É emocionante vê-la na novela, às vezes até choro”, diz Glória. Quando
completou 18 anos, Aparecida deu aulas como professora primária e iniciou
a faculdade de fisioterapia. Ao conseguir seu primeiro estágio, em um hotel
do Leblon, decidiu morar sozinha, em um conjugado no mesmo bairro.
“Não queria depender de ninguém, então, passei, sim, por problemas
financeiros. O que eu ganhava era só para pagar as contas”, diz. Em razão
da timidez, tinha dificuldade em uma disciplina do curso na qual precisava
apresentar seminários. “A psicóloga da faculdade me recomendou um curso
de teatro. Gostei muito, porque podia ser eu mesma. Voltei a sorrir, estava
muito triste desde a morte da Vera.”
FOTO DE APARECIDA QUANDO ERA CRIANÇA E NUMA CENA DA NOVELA
fonte/quem
Temporada em Londres
Assim que concluiu o curso de fisioterapia, aos 21 anos, Aparecida
passou uma temporada de um ano e meio em Londres, trabalhando em
uma clínica de shiatsu. “Tinha lugar para ficar, para trabalhar. Foi uma
experiência boa. Quando meu visto venceu, decidi não renová-lo e voltei
para o Brasil. Foi quando escrevi minha primeira peça, chamada Zeluda
– Uma Zebra Cabeluda”, diz. Fez também trabalhos como atriz, em
peças amadoras, mas seu grande sonho era trabalhar em uma novela
de Manoel Carlos.
Quando soube do teste para interpretar Sandrinha, a irmã de Taís Araújo
em Viver a Vida, Aparecida não teve dúvida. Pegou seu currículo e andou
durante quatro dias pelas ruas do Leblon, tentando encontrar o autor,
também morador do bairro. Como não conseguiu, deu seu material a
um colega, que o levou até o Projac. Por sorte, os papéis chegaram, de fato,
às mãos de Manoel Carlos e, dias depois, ela foi chamada para um teste.
Fez oito no total, até ganhar o papel. “Para interpretá-la, tive que falar com
a voz mais grossa, trabalhar muito esse lado seco e angustiado da Sandra”,
afirma Aparecida.
Sem namorado
Manoel Carlos elogia a atriz iniciante. “Quando estávamos fazendo os
testes, recebi uma pequena foto da Aparecida, de quem nunca ouvira
falar. A foto era ruim, o currículo era sucinto e escrito sem o menor zelo.
Mas aquela pequena foto me impressionou e pedi ao produtor de elenco
que localizasse a garota. Insisti nela. Alguma coisa me dizia que seria
ela e que ela era uma grande atriz”, diz o autor.
Dedicada ao trabalho e à família, a atriz conta que, apesar de feliz,
sente falta, hoje, de um relacionamento amoroso. “Queria muito estar
namorando. Mas estou numa fase tão voltada para o trabalho que acho
que não teria tempo”, afirma ela, que fica feliz ao ser comparada com
a cantora Rihanna. “Que bom que me confundem com pessoas bonitas
e famosas”, diverte-se. Ao olhar para sua trajetória, Aparecida diz que
se considera uma vencedora. “Já passei por boas e péssimas situações.
Estou onde estou por determinação e vontade. Muitas vezes, poderia ter
ido para outros caminhos, mas mantive a dignidade e a educação que a
Vera me ofereceu. Quero casar e ter filhos, para que eu possa contar a
eles a minha história, a da Glória e a da Vera.”
postado por: 20:10
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ENTREVISTA CONTIGO
MARCOS PIGOSSI
fonte/contigo
MARCOS PIGOSSI
Choquei! O ator celebra o sucesso de seu personagem em
Caras & Bocas e conta histórias muito bem humoradas
Por Elisa Duarte
Carismático, jovem, em início de carreira na TV, Marcos Pigossi
é antes de tudo um fofo, no melhor sentido da palavra. Pé no chão,
não se deslumbra com o sucesso de seu personagem Cássio da
novela Caras & Bocas e conta que terminou um namoro de três anos
para se dedicar ao trabalho. Batalhador, fala com carinho da mãe
Marines, sua maior tiete, e relembra o começo da carreira quando
carregava os cenários das peças nas quais atuava. Como todo menino,
tem seus desejos e aproveita a solteirice para curtir, sempre guiado
por uma consciência de que a vida é muito mais que azarar.
Você trabalhou em Eterna Magia, Queridos Amigos e Um só Coração
e veio o convite do Walcyr Carrasco. Você imaginava que o seu
personagem Cássio ia se desenvolver tanto assim?
Não foi um convite, eu fiz o teste para a novela. O personagem não
era para ter esse espaço na história porque ele não estava na sinopse
principal. Com certeza ele ganhou muito espaço na trama, o que é
muito legal. Sempre que a gente começa um trabalho, esperamos, não
digo aumentar o papel, mas ter um sucesso, que o personagem agrade
Quando isso acontece, é muito gostoso.
E o seu papel só vem aumentando, certo?
Eu vi que o papel do Cássio tinha crescido porque ele intermediava
o conflito de outros personagens e de repente ele se viu no próprio
conflito que é o fato dele ser gay e ao mesmo tempo estar apaixonado
por uma mulher e teria uma história com ela. Foi aí eu percebi que o
personagem estava criando vida e estava bacana.
De onde vem o carisma do Cássio?
Eu acho que é do jeito dele, ele é um personagem politicamente
correto. Ajuda todo mundo sempre, não prejudica ninguém. As
crianças adoram o Cássio e criança não tem essa de homossexualidade.
Elas simplesmente gostam daquela figura que agrada. E tem o cômico
também, comédia agrada todo mundo. O cômico tem mais chance de agradar.
Por quê?
Porque acho que a gente tem tanta coisa na cabeça e é bom mergulhar
numa história que te diverte, te tira da realidade dos seus problemas,
te faz rir com aquilo.
Você tem noção de quanto as pessoas gostam de você?
Se eu tenho noção? Acho que não...
Não é possível que não saiba?
Eu sei que agradou muito e isso é muito legal. Mas a gente não tem
muita noção dessas coisas. É tão engraçado porque do nada você está
andando na rua e escuta: ‘rosa chiclete’ (bordão do personagem) e
pensa: ‘Meu Deus é comigo, isso é comigo. Nossa.’ Mas eu vejo muito
pelo meu blog onde as pessoas falam o que querem. Se acham ruim,
se acham bom. Então, o maior retorno que eu tenho é deles.
Internet é bom pra essa interação..
É, porque não vou sair na rua perguntando o que as pessoas estão
achando. Mas dá pra sentir o carinho. E é legal. Nunca senti preconceito
ou uma cantada pesada. Estaciono o carro e o flanelinha grita: ‘Aí, choquei.’
Os caras sempre falam: ‘minha mulher te adora, minha filha’. É sempre
minha mulher ou minha filha, né (risos). Na hora de tirar foto, eles dizem:
‘já que eu estou aqui eu vou tirar foto com você também, não que
eu queira.’ Sei. (risos)
Você falou em preconceito. Ficou com medo de fazer esse papel,
com medo de errar?
Eu não fiquei com medo. Fiquei um pouco receoso porque é um
personagem complicado. Se você não fizer uma coisa extremamente
verdadeira e sincera, fica muito difícil. Mas eu conversei muito com
gente que já tinha experiência. Eles falaram uma coisa que eu peguei:
‘você está ali representando uma pessoa, o seu personagem, e você
levanta a bandeira e defende aquela pessoa não um meio, uma sociedade.
O gay que eu faço na novela ele é afeminado, é estereotipado, mas é
aquela brincadeira dele. Porque aquela pessoa é assim. Existem pessoas
assim. Eu recebi algumas ofensas do meio homossexual falando que
estava difamando o meio. Eu acho que não é isso. O homossexual que
eu faço é assim, mas existem diversos jeitos. Quando eu coloquei na
cabeça que eu defendo o meu personagem não tive problema porque
comecei a filtrar o que é valido e o que não é.
Você acha que faz bem o seu personagem?
Eu acho que o humor me protege no sentido do estereotipo. Se ele não
fosse estereotipado ele não seria ser engraçado. Então, a brincadeira é
essa. Mas não de maneira pejorativa, pelo contrário. Porque ele sabe
como ele é, ele tem essa consciência. Então, isso me ajuda. É um
trabalho simples na verdade. Difícil seria fazer uma coisa interna, um
conflito verdadeiro. O humor me dá um porto seguro para fazer esse
estereótipo, essa brincadeira.
Muitos casais de novela não dão certo ou são muito criticados. O seu
com a Maria Zilda tinha tudo pra dar errado e deu supercerto?
É porque a Zilda é maravilhosa, tudo que ela faz dá certo. Quando soube
que trabalharia com ela fiquei superfeliz. A gente combinou fazer uma
coisa extremamente verdadeira. Porque é uma coisa diferente, uma
mulher de seus 50 anos, que já deu um golpe do baú em 30 mil pessoas,
interesseira, que trai o marido, terminar com um moleque de 20 anos, gay.
Ou a gente acredita ou esquece que não vai dar certo. É assim com os
meus bordões. O rosa chiclete, o choquei, o verde hortelã. Tenho que
acreditar que o meu personagem falaria. A gente acabou pegando uma
amizade muito bacana, eu tiro sarro com a cara dela ela zoa com a
minha cara. Eu pergunto muita coisa pra ela porque a Zilda é uma puta
atriz. Foi surgindo, dando certo.
Quando eu era criança a Maria Zilda era a mulher que eu queria ser
quando eu crescesse...
E era a mulher que todo mundo queria ter
Você acha que as pessoas assistem à novela esperando te ver?
Eu ouço as pessoas na rua dizendo que assistem à novela só por
minha causa. Não sei se isso é verdade ou se falam para me agradar.
Mas eu ouço bastante, realmente.
Isso te choca?
Assusta um pouco, você anda na rua e é parado por todo mundo.
Todo mundo sabe quem você é. Estava acostumado a não dever nada
para ninguém. Porque você tem que se colocar. Ter postura, você passa
a servir de referência pra muita gente. É muito complicado essa fase
porque as pessoas te colocam como um ser mágico. Elas dizem:
‘’Nossa, É o Cassio da novela, elas querem te pegar para tirar foto.
E você tem que tomar muito cuidado com isso. Dizer:
‘não, eu sou igual a você.’ Tem que ter esse cuidado, é um processo
engraçado.
Seu sucesso traz muita expectativa para os próximos trabalhos.
Mexe com você?
Sempre mexe um pouco. Não tem como ignorar. Tem uma expectativa
grande sim, o personagem agradou. Acabo criando uma expectativa,
fico com uma vontade maior que as coisas funcionem. Mas ao mesmo
tempo, tenho que me policiar pra não deixar o sucesso me mudar em
nada. Não tenho que me privar de nada. Ás vezes, você não está com
paciência e evita de passar no shopping. Você pensa: ‘hoje eu não vou
porque eu estou super de mal humor e não quero ser mal educado com
quem gosta de mim’. Por mais que você esteja estressado chega uma
pessoa e fala que adora o seu trabalho, que se diverte com isso. É uma
delicia. É o que eu quero.
Você sente que a sua carreira está em que fase?
É uma fase engraçada porque televisão é uma coisa muito gostosa
de fazer. E tem aquela história de ser ator de teatro, de TV. Sou formado
na profissão de ator. É uma profissão que tem muito preconceito no próprio
meio. O ator de teatro tem preconceito com ator de televisão que tem
preconceito com ator de musical que tem preconceito com o de cinema.
A coisa é muito bagunçada, o sindicato é uma zona. Então, gente.
Vamos nos unir. Estar na TV não significa não trabalhar no teatro. Pelo
contrário, uma coisa abre portas pra outra. A TV expande a carreira em
todas as vertentes dela. É uma fase muito positiva pra mim. A TV é o meio
mais visto por todos, então vai me abrir portas para fazer outras coisas que
eu queira. Tô numa fase de começo de muita coisa.
Você mora no Rio e sua família ficou em São Paulo. Como ficou a
relação de vocês?
Minha mãe é supertiete, ela me acompanha desde os 13 anos, me levando
para os teste, ajudando levar o cenário no carro, indo comigo em tudo. Ela
Sempre me deu força. Nunca no sentido deslumbrado, do tipo ‘quero que
meu filho seja uma estrela’. Ela sempre viu minha batalha, de ficar no Rio
sem trabalho, essas coisas.
Seus bordões foram criados por você?
Não, foram criados pelo Walcyr. Cada vez que eu leio, eu morro
de dar risada.
Você está feliz.
Tô super feliz. Trabalhando muito. É muito gratificante. Não podia
estar mais feliz, foi o que eu sempre quis. E espero que tenha muito
mais por vir.
Você terminou um namoro quando foi morar no Rio?
Terminei um namoro de três anos por causa da novela. Fazendo a
novela, tenho que ir a jantares, ir em festas e tem fim de semana
está tudo marcado pra se ver e tenho que gravar na última hora.
Terminamos numa boa, ela é minha amiga, a gente se fala numa boa
Ela deve ficar feliz por você...
Tá super feliz. É difícil terminar um relacionamento de três anos.
É uma amputação. Então, talvez acabando a novela eu volto pra
São Paulo e quem sabe? (dá um sorriso tímido) Ou não, também.
Outro dia saiu uma notinha dizendo que eu estava curtindo a noite
com uma morena. Ai ela me ligou brincando. Quem é? Com quem
você está? Ai eu respondi: ‘também não dá né, você quer o quê?
Mas está tudo numa boa.
A mulherada chega em você?
A mulherada é muito curiosa. Elas vêm e perguntam: ‘E ai?’
Elas querem saber se o personagem é igual ao ator ou não.
Confesso que às vezes eu aproveito e digo: ‘ah, você quer saber?
Então vamos ali que eu te mostro (risos). Mas só quando vale a
pena, claro. E também trabalhando tanto, não dá tempo pra isso.
Sei. E quando vale a pena?
Quando me interessa. Já foi a fase de pegar geral, fazer loucuras.
Hoje rola quando tenho um interesse posterior.
postado por: 19:47
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Sexta-feira, Novembro 06, 2009
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ENTREVISTA QUEM ACONTECE
FRANCINE PIAIA
fonte/quem
Francine Piaia: “Achei chique ser musa”
A ex-BBB fala sobre Carnaval e diz que está
procurando namorado
Por Valmir Moratelli
Francine Piaia está animada para representar a escola
de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, do
Rio. “Achei chique ser musa”, disse a ex-BBB.
“Eu me garanto, tem muita gente que só rebola e acena
para o público”, afirmou. Oito meses após o fim do confinamento
no “Big Brother Brasil”, a terceira colocada do programa
respondeu a 35 perguntas enviadas pelos leitores de QUEM.
Na entrevista, que chega às bancas nesta quarta-feira (4), ela
falou sobre o ex-namorado, Max Porto, e a preparação para
o Carnaval de 2010.
Francine garantiu que está solteira desde o fim do namoro
com Max, em julho. “Não tenho pressa de arranjar namorado.
O que é meu está guardado”. E reafirmou um dos motivos para
o fim do relacionamento. “O problema dele é a falta de
reconhecimento e consideração. Ele acha que conseguiu tudo
sozinho. Não tem volta mesmo”.
A ex-BBB admitiu que não gostava mesmo da aproximação do
então namorado com Priscila. “Tive ciúme da Priscila com Max,
em relação ao comportamento atrevido dela, só isso. Nenhuma
mulher gosta de se sentir ameaçada”.
Leia com exclusividade algumas perguntas dos leitores
respondidas por Francine:
Em outra entrevista a QUEM, você disse que nenhum homem a
satisfez como mulher. Desde então, isso já foi resolvido?
Jessica Pardal, Rio de Janeiro (RJ)
O que acontece entre quatro paredes deve ficar por ali. Não vou
falar mais o que faço ou deixo de fazer na intimidade, para não
povoar a imaginação da moçada. Mas, olha, posso dizer que
estou bem e feliz.
Depois do Max, você já se relacionou com outra pessoa?
Yasmin Kiak, Porto Alegre (RS)
Não me relacionei, porque acho que ainda não esta na hora.
Brinco dizendo que estou procurando namorado, mas não
tenho pressa. O que é meu está guardado.
Você e o Max não poderiam ser pelo menos amigos?
Maria Aparecida Catarino, São Paulo (SP)
Quem sabe um dia? A gente não se cruzou mais desde que
se separou. Não tenho problema de olhar para a cara dele.
O problema dele é a falta de reconhecimento e consid-eração.
Ele acha que conseguiu tudo sozinho, o que não é verdade.
Ele não ganhou soz-inho o programa. A gente não chega a
lugar nenhum sozinho.
Sempre achei o Max um homossexual enrustido. Concorda?
Ava Morais, Nova Iguaçu (RJ)
O que eu acho disso? Eu não tenho mais nada a ver com isso!
A sexualidade em questão é dele. Estou fora disso, graças a Deus!
VEJA A ENTREVISTA COMPLETA NA REVISTA QUEM QUE
CHEGA ÀS BANCAS NESTA QUARTA-FEIRA (4)
postado por: 15:10
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REPORTAGEM CONTIGO
PAULO JOSÉ
fonte?contigo
Com a filha, de volta aos palcos
Por Gisele Cassus
Longe dos palcos há nove anos, Paulo José, 72, está
realizando dois sonhos com a peça Um Navio no Espaço:
conhecer um pouco mais a história da poetisa e ex-colega
de TV Globo Ana Cristina Cesar e contracenar, pela primeira vez,
com a filha, Ana Kutner, 38. Dirigida pelo próprio ator, a peça
conta a história da poetisa carioca, que se suicidou ao pular do
prédio onde os pais moravam, em Copacabana, em outubro de
1983. Paulo e Ana Cristina se conheceram em 1982, na TV Globo,
quando ele criou Caso Verdade. Ela trabalhava na análise de textos
da emissora e era muito crítica com os roteiros do programa,
criando rusgas na relação entre os dois. No mesmo ano, ela ,
lançou seu segundo e último livro de poesias, A Teus Pés,
encantando o ator, que, após o trágico incidente, lamentou o
fato de não tê-la conhecido melhor. Na peça, Paulo José vive
ele mesmo, como um questionador de Ana Cristina, na intenção
de entender a visão de vida daquela mulher. A filha, Ana Kutner,
interpreta a poetisa, que responde às perguntas desde quando
tinha 6 anos de idade, época em que seus primeiros poemas
foram publicados, até os 31, quando ela põe fim à própria vida.
postado por: 14:59
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REPORTAGEM CONTIGO
MARIAH ROCHA
fonte/contigo
Mariah Rocha
À espera de João Pedro
Por Clarice Muniz
Um enjoo, um teste de farmácia seguido de um exame de
sangue e o resultado: positivo. Foi assim que a atriz e
apresentadora do TV Globinho, Mariah Rocha, 19 anos,
descobriu que estava grávida do namorado, João Gevaerd, 28,
vocalista da banda Os Supernaturais. ''Fiquei surpresa com a
gravidez, que não foi planejada, mas ficamos felizes.
Não tem sentido sofrer, filho é uma bênção'', conta ela, que
está no oitavo mês e nem cogitou esconder a notícia da família.
Ligou para a mãe, que mora em Itaperuna, interior do estado do
Rio, e deu a novidade. ''Somos muito unidas, ela me apoia em tudo.''
Mariah foi morar no Rio, há cerca de um ano e meio, quando
começou a atuar em Malhação. Apesar de ter saído da
adolescência há pouco tempo, ela sabe da responsabilidade
que terá daqui para a frente. ''Eu me sinto mais madura, mesmo
já tendo conquistado minha independência.'' Os papos com a mãe
têm se resumido em trocas de experiências. Foi ela que deu os
primeiros livros sobre gestantes e bebês para a filha ''estudar''.
''Adoro conversar com ela e ir ao obstetra, pois vejo várias grávidas
e pergunto mil coisas. Quero me preparar para fazer tudo sozinha.''
Parto normal
Decidida a ter parto normal, Mariah sente os primeiros sinais de
ansiedade do fim de gravidez. ''Já tenho vontade de olhar para o ,
João Pedro, de pegá-lo, mas procuro ocupar meu tempo indo à
praia e assistindo a filmes'', conta. A tranquilidade que manteve
até aqui pode ser comprovada no corpo. Com 1,61 metro de altura,
só engordou 7 quilos. ''Apenas priorizo os alimentos que farão bem
ao bebê. Só não resisto aos chocolates.'' E os desejos? ''Só uma
vez tive vontade de comer morango e o João foi comprar quase de
madrugada. Mas ainda tenho uns dias pela frente'', diverte-se.
postado por: 14:52
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REPORTAGEM QUEM ACONTECE
FAMOSOS REVELAM EM QUEM SE INSPIRAM
PROFISSIONALMENTE
Preta Gil, Taylor Lautner e outros se espelham em famosos
de alguma forma para crescer. Confira
Preta Gil se espelha em Ivete Sangalo
Preta Gil contou que vê a amiga Ivete Sangalo de forma especial.
Momentos após a gravação do DVD do show “Noite Preta”, no
Rio de Janeiro, a cantora não deixou de relembrar como a
conheceu e como a enxerga. “Conhecemos-nos quando eu
produzi alguns clipes dela, na época em que eu ainda era
produtora e sei que aprendi muito com ela. É a minha musa
inspiradora”, disse. Além de Preta, outros famosos já se
inspiraram em estrelas para algum trabalho ou viram em outro
famoso alguém para se espelhar. Confira alguns exemplos.
Paola Oliveira encontrou em Renata Sorrah uma fonte para
sua personagem Paola de Oliveira encarou o desafio de viver
sua primeira vilã, Verônica, na trama das seis “Cama de Gato”.
E, para que o personagem ganhasse peso e características,
a atriz tomou como inspiração a famosa Nazaré Tedesco,
papel desempenhado por Renata Sorrah. “Nazaré é mais
debochada, mais escrachada. Verônica é falsa, dissimulada.
Não que eu queira me comparar com a Renata, mas é uma
inspiração”, afirmou Paola, em entrevista ao jornal “Extra”.
Christian Bale escolheu uma forma diferente de se inspirar
em Tom Cruise Tom Cruise foi fundamental para que a criação
de um personagem de um filme engrenasse – mesmo não
fazendo parte do elenco. Christian Bale se inspirou no ator
para viver um maníaco sanguinário em “Psicopata Americano”,
segundo a diretora do próprio longa. O astro de “Batman –
O Cavaleiro das Trevas” se inspirou no marido de Katie Holmes,
durante uma entrevista a David Letterman.
George Clooney seguiu as técnicas de direta de Renée Zellweger
Não há ninguém melhor do que Renée Zellweger, que precisou
ganhar quilos extras para viver Bridget Jones nas telonas, para
dar dicas de como engordar. Pelo menos é dessa forma que
George Clooney deve pensar. O ator contou ao site “Showbiz Spy”
que ligou para a atriz e amiga para saber como ela fez para
engordar tão rápido, já que teve de fazer o mesmo para interpretar
o personagem Bob Barnes, em “Syriana”. Segundo o ator, ela foi
uma boa conselheira e contou que um pouco de cerveja todas as
noites e dois pratos de macarrão resolveriam.
Taylor Lautner já sabe a que passos seguir na carreira: Brad Pitt,
Denzel Washington e Matt Damon O jovem galã Taylor Lautner
tem uma lista particular de grandes nomes do cinema para se
inspirar. De acordo com o site “Showbiz Spy”, o Jacob Black da
saga “Crepúsculo” contou ser fã de Brad Pitt, Denzel Washington
e Matt Damon e sempre procurar ficar de olhos nos trabalhos deles.
Robert Pattinson buscou no ator clássio James Dean para dar
vida ao Edward Cullen, de "Crepúsculo" Robert Pattinson fez algo
pareceido como seu colega de elenco Taylo Lautner e procurou
se basear em algum astro famoso para viver o personagem Edward
Cullen, da saga "Crepúsculo". O ator procurou inspiração no ícone
em hollywoodiano James Dean. Em entrevista concedida a “USA
Today”, Robert afirmou que procurou copiar o cabelo e captar o
jeito do personagem de Dean em "Juventude Transviada” (1955).
Lady Gaga desde mais jovem procurar seguir o jeito de se
vestir de David Bowie Lady Gaga, conhecida pelo look ousado
e original, teve a quem se inspirar. A cantora, de 23 anos,
contou recentemente que passou a adolescência procurando
recriar o estilo de David Bowie. "Eu gostava de me sentar no
meu apartamento por horas e fazer meu make-up como o dele”,
contou em entrevista ao “Showbiz Spy”. Até hoje ela afirma que
não quer se mostrar casual para os fãs, da mesma forma que
não deseja ver David Bowie com apenas um moletom.
Ashley Tisdale decidiu a profissão que gostaria de seguir
após ver filme com Julia Roberts Ashley Tisdale, que é
estrela do musical "High School Musical", sempre quis
trabalhar em frente às câmeras, desde pequena. Mas o
que a levou para o universo da atuação foi uma personalidade
especial. A atriz contou recentemente que, ao ver Julia Roberts
em “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997), ela encontrou
o que queria fazer profissionalmente.
postado por: 14:41
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